Cássio Zanatta

Sobre o autor

Cássio Zanatta nasceu em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo. Já foi revisor, redator e diretor de criação, sem nunca deixar de ser cronista. Publica crônicas semanais nas revistas digitais Rubem, The São Paulo Times e, quinzenalmente, no jornal A Tribuna.

É autor dos livros A menor importância, de 2017, O espantoso nisso tudo, de 2019, e O máximo que eu consegui, de 2022, todos pela Editora Realejo. Seu lançamento mais recente, Então, viver é isso, foi publicado em 2025 pela Maralto Editora, com prefácio de Matthew Shirts e ilustrações de José Carlos Lollo.

 


Citações

“Cássio Zanatta é um mestre da crônica, um observador imbatível do cotidiano, capaz de nos contar novidades sobre coisas triviais que já imaginávamos inteiramente decifradas, como a passagem do caminhão de lixo ou o biscoito molhado no café. Ler o Zanatta é descobrir quantos sentimentos nos passam pela cabeça a todo instante sem que sejam enunciados; é flutuar na sua escrita tão limpa, e se surpreender com a delicadeza da sua visão. Sua escrita é artigo raro, um pacote de inteligência, humor e delicadeza num momento de trevas.”
Cora Rónai, jornalista, sobre Cássio Zanatta

“Estou emocionada. Acabo de reler as crônicas de Cássio Zanatta para escrever este texto, e não sei mais escrever este texto. Estou emocionada. Andam raras, as esperanças. Nada não. Num domingo de sol, pode aparecer alguma. As palavras de Cássio Zanatta. Estou emocionada.”
Adriana Falcão, escritora e roteirista, sobre Cássio Zanatta

“Este livro está cheio de minúsculos momentos insuperáveis, que fazem o dia e o coração mudarem de ritmo. Aqui banalidades são salvas de sua transparente mudez, e cantam. Aqui está o sabiá, o sereno, um assobio. Por detrás deles Cássio Zanatta constrói o seu mundo. É este mundo gigante, feito de sílabas, que o leitor tem agora nas mãos. Não é um livro de poemas, mas é, sim, de poesia. Ela é feita de ‘pequenos nadas’ e se esconde ‘tanto no amor quanto nos chinelos’, como disse Manuel Bandeira. Depois de ler o que Zanatta tem para mostrar, é inevitável o leitor olhar ao redor e perguntar: onde eu estava que não vi a vida acenando nos momentos dos quais ninguém tira foto?”
André Laurentino, escritor e publicitário, sobre Então, viver é isso (Maralto)

“O cronista é um ser singular. Por ter uma visão especial das coisas, permitem-lhe falar de tudo e de nada. Podendo ser tantos, costuma ser todos que consegue. Meu tipo predileto de cronista é o lírico, aquele que tem na poesia sua voz principal. Dois dos maiores representantes dessa tendência são Paulo Mendes Campos e Lourenço Diaféria. Ao lado deles, tão lírico quanto ambos, coloco Cássio Zanatta. Um senhor trio.”
Raul Drewnick, escritor e jornalista, sobre Cássio Zanatta


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Vídeos

  • Então, viver é isso
    Contos e Crônicas
    180 págs, prelo, Maralto.
  • O máximo que eu consegui
    Contos e Crônicas
    200 págs, 2022, Realejo.
  • O espantoso nisso tudo
    Contos e Crônicas
    185 págs, 2019, Realejo.
  • A menor importância
    Contos e Crônicas
    148 págs, 2017, Realejo.