quinta-feira 13 de dezembro



14 DE FEVEREIRO DE 2010 VOLTAR PARA LISTA DE ENTREVISTAS

Frances de Pontes Peebles - Nas rendas de uma imaginação encantadora

Foto de James T. Mclaughlin

 
Frances de Pontes Peebles: “Quando escrevo, eu uso a imaginação para trazer mais para perto de mim as coisas das quais eu sinto falta.
 
 
Márcio Vassallo
 
Em A costureira e o cangaceiro, publicado pela editora Nova Fronteira, você conta a história de duas irmãs órfãs e costureiras que seguem caminhos diferentes na vida. Uma delas, Emília, vive um casamento de conveniência; a outra, levada por cangaceiros, fica famosa pelo poder que exerce no bando. O crack de 1929, a Revolução de 30 e o sertão dos cangaceiros são alguns dos panos de fundo do seu livro. Como você começou a tecer o seu romance dentro de você?
Frances de Pontes Peebles - Acho que essa história sempre esteve dentro de mim, só demorou um pouco para sair da maneira certa.  Acredito que a inspiração não venha de repente. Ela vai se acumulando dentro de nós ao longo do tempo. Tenho muitas inspirações. A vida é cheia de momentos e pessoas marcantes. Mas nem sempre todas prestam para ser romances, ou contos.  Então, tenho que pensar bem: será que essa ideia é duradoura? Será que vou querer passar dois, três, quatro anos, ou mais, com essas personagens? Sempre queria escrever sobre o cangaço, mas de uma maneira diferente.  Queria mostrar o lado humano, o lado feminino, e também o lado violento.  Quando era menina, meu tio me deu um boneco de pano vestido com roupa de cangaceiro: chapéu de couro em forma de uma meia-lua, alpercatas nos pés, e espingarda na mão. Eu já ouvia muito falar em Antônio Silvino, cangaceiro famoso no Cariri de Taquaritinga do Norte, onde minha família tem nossa fazenda. Um vizinho nosso, médico que se aposentou e criava cabras perto de nossa fazenda, adorava falar sobre o Silvino, e me deu o meu primeiro livro sobre o cangaço.  Assim, sempre fui rodeada pelo folclore do cangaço, e cresci curiosa. Lembrei das histórias dos cangaceiros que ouvi durante minha infância, e pensei nas vidas da minha avó e de suas irmãs.
 
Acima de tudo, o que te levou a relembrar e pensar nas vidas da sua avó e de suas tias-avós?
Frances - Durante minhas visitas ao Brasil, aprendi muito sobre a vida da minha avó Emília e de suas seis irmãs. Elas eram todas costureiras na cidade de Sapé, no interior da Paraíba, até minha avó se casar com um homem de uma família boa do Recife.  Depois do casamento, ela se mudou para o Recife com o marido (meu avô) e levou todas as suas irmãs.  Minhas tias-avós me ensinaram a bordar, a fazer canjica e galinha de cabidela.  Mas e se as vidas delas tivessem sido diferentes?  E se a vovó não tivesse se casado, e todas elas tivessem ficado no interior, nas décadas de 1920-1930?  E se alguns cangaceiros as tivessem visto e sentissem a tentação de levar uma delas?  Comecei a escrever um livro analisando essas possibilidades, juntando a história real com a ficção.
 
Numa ótima entrevista ao jornalista Claufe Rodrigues, no programa Espaço Aberto, na Globo News, você disse: “Para mim, escrever é essencial como beber água. Quando não consigo escrever, fico de mau humor com tudo”. O que é essencial para você conseguir escrever?
Frances - Tempo é o mais essencial, claro!  Mas nessa vida temos que lutar (às vezes contra nós mesmos) para achar tempo para fazer as coisas que gostamos.   Preciso também de silêncio e privacidade.  Preciso de um quarto que é só meu onde mais ninguém pode entrar.  Também preciso ler, caminhar sozinha, escutar música. Tudo isso é uma forma de trabalhar.  Escrever não é só sentar na frente do computador.     
 
Além de escrever, sentada ou não na frente do computador, o que é capaz de te deixar de bom humor com tudo?
Frances - Meus cachorros.  Temos sete cães na fazenda, todos enormes (misturas de Fila e Dog Alemão) e cada um tem a sua personalidade.  Adoro caminhar com eles no mato. 
 
Dos cachorros vamos para a televisão. No programa Espaço Aberto, Claufe Rodrigues afirma: “A costureira e o cangaceiro é um dos livros mais interessantes dos últimos tempos”. Para escrever, o que mais faz com que você comece a se interessar por uma ideia, uma história, uma personagem?
Frances - Gostar de uma ideia ou uma personagem é que nem gostar de uma pessoa, de uma cor, ou de uma obra de arte.  Às vezes não entendemos por que uma coisa nos atrai.  A gente só sente.  É um mistério.  
 
Mistérios à parte, ou incluídos, para você, o que torna um livro realmente interessante?
Frances - Adoro livros que me transportam - para outro país, outra época, outro mundo.  Para um livro ser interessante, acho que as personagens têm que pecar, errar, ter medo de certas coisas, mas também têm que ter coragem de tomar decisões.  Se não, suas histórias não existiriam.  A vida de um romance vem das suas personagens.
 
Você também disse que agora está paquerando várias ideias para um próximo livro. O que mais te seduz numa ideia, para escrever?
Frances - Às vezes pessoas me contam histórias de acontecimentos macabros ou estranhos e me dizem: “Não dava um livro maravilhoso?”.  É claro que as intenções dessas pessoas são boas. Elas querem me inspirar para escrever, mas acontecimentos trágicos ou estranhos nem sempre dão boas ideias para livros.   Acho que as ideias tem que chegar de uma maneira natural.  Uma ideia tem que me comover. 
 
Quando escrevemos, há ideias que realmente nos comovem, que são apaixonantes à primeira vista, mas depois de conviver com elas deixamos de amá-las, e há ideias que de início não parecem ser banais, mas que com a convivência nos conquistam e nos arrebatam, você concorda?
Frances - Com certeza. Também acho que cada ideia tem seu tempo na vida de uma escritora.  Tenho ideias que gosto muito, mas sei que não estou pronta para contar essas histórias.   Preciso viver um pouco mais, amadurecer um pouco mais, para descobrir a melhor maneira de transformar essas ideias mais complicadas em histórias boas. 
 
Você nasceu no Recife há 30 anos, filha de pai norte-americano e mãe pernambucana, e morou no Brasil até cinco anos, quando se mudou com a família para os Estados Unidos. Hoje em dia, entre os afazeres com a sua fazenda de café, em Taquaritinga, no agreste de Pernambuco, e a literatura, você escreve em inglês. Numa entrevista ao jornal Valor, você já disse que sente que sua fluência em português está restrita à fala. “Não tenho segurança para me aventurar em textos maiores que os de cartas ou e-mails”, você revela. E conta também que não interferiu na tradução de Maria Helena Rouanet para o romance. Além disso, na versão original, você incluiu palavras em português. Explicação sua: “Não existe tradução para alpercatas, cangaço ou jagunço. Não são sandálias de couro, bandidos nem vaqueiros, têm outro significado. Então, pus notas explicativas e deixei tudo como se fala aqui, até porque pretendia reproduzir um pouco da musicalidade do palavreado polissilábico português”. O que mais te atrai nessa musicalidade?
Frances - Português foi minha primeira língua.  Quando ainda estava dentro da barriga da minha mãe, um feto flutuando naquela sopa primordial, eu ouvi português.  No meu berço, ouvi português.  Quando minhas tias-avós Maria Augusta e Luzia cantavam para mim, ou falavam comigo, era em português.  E quando brincava com minhas amigas de infância, Paula e Bruna, e criávamos histórias e brincadeiras, era sempre em português.  As primeiras pessoas que cuidavam de mim expressavam seu amor e carinho em português.  Então, português, para mim, é primitivo no bom sentido. Eu fui derivada dessa língua.  E vou passar minha vida tentando voltar para ela. 
 
Que lindo esse seu desejo de voltar para a língua portuguesa, Frances. Outra declaração sua: “Se um dia eu for escrever sobre a fazenda, é mais fácil fazer isso de longe, sentindo saudade. Preciso da fazenda longe, para escrever sobre ela. Quando estou escrevendo, não quero escrever sobre o meu dia a dia”. Você de novo: “Quando minha avó morreu, eu tive vontade de escrever para me lembrar sempre das coisas que ela me contou”.
Então, no momento em que escreve, acima de tudo, são as ausências e as faltas que te movem?
Frances - Acho que sim.  Tem um poema lindo de Carlos Drummond de Andrade chamado “A falta que ama.”  No meu entendimento, esse poema fala dos grandes paradoxos da vida, e que nada é imutável.  Tudo morre, tudo muda.  Quando amamos uma pessoa, ou um lugar, ou um animal, fazemos isso sabendo que, um dia, vamos perdê-los.  Escrever, para mim, é uma maneira de entender e viver com essas faltas, essas perdas.  Quando escrevo, eu uso a imaginação para trazer mais para perto de mim as coisas das quais eu sinto falta.
 
Você lançou A costureira e o cangaceiro nos Estados Unidos, depois na Alemanha, na França, em Israel, e agora, finalmente, no Brasil, com tradução de Maria Helena Rouanet. Desse modo, você, que é brasileira e tem raízes tão profundas com o nosso país, só foi ler o seu próprio romance em português depois que o livro foi traduzido. Qual a sensação de se ler, pela primeira vez no seu idioma de origem, numa tradução?
Frances - Adorei!  A Maria Helena Rouanet fez um belo trabalho.  Acho que o livro ficou melhor em português.  Era para ser em português desde o começo.  Maria Rouanet, Lucia e Laura Riff, e a editora Nova Fronteira me ajudaram a realizar esse sonho. 
 
Também na entrevista para o Claufe Rodrigues, você diz: “O português é que nem música para mim. Aprendi escutando. Leio muito em português, mas ainda estou aprendendo a captar toda a essência da língua por meio da palavra escrita”. Qual o seu grande desafio nesse aprendizado?
Frances - Gostaria de ter mais facilidade com a gramática do português: as suas regras,  a conjugação dos verbos. Mas uma língua não é só gramática. Uma pessoa pode entender todas as regras de uma língua e não conseguir se comunicar ou se expressar nessa língua.  A língua é uma coisa viva, mutável, cheia de improvisações, que nem música.  Falar uma língua não é só se expressar, mas também uma maneira de viver. A língua afeta os nossos pensamentos e nossa visão do mundo. No português existe uma linguagem formal e informal (senhor, senhora, vos, você, tu).  Quando falamos português, temos que pensar nisso.  Temos que pensar na outra pessoa, e qual é a nossa proximidade com eles.  No inglês não existe isso.  É mais igualitário mas também você perde a oportunidade de mostrar respeito para a outra pessoa.  No inglês tem que sempre ter o sujeto definido mas, em português, o sujeito pode ser implícito no verbo.  É o verbo que trabalha mais no português, e é por isso que a conjugação é mais rica e complicada.  No inglês, não existe o verbo ventar.  O vento, em inglês, não tem sua própria vida como no português. Português no Brasil também tem uma linda influencia das línguas Tupi e Iyorobá.  Catinga, mulambo, lundum, são palavras ricas.  Quando essas palavras existem, existe também o sentimento.  Sem as palavras, o sentimento fica dento de nós, sem poder sair, e com tempo morrerá.  Meu maior desafio no estudo do português será viver a língua todo dia, toda hora.  
 
Um dos mais belos trechos do seu livro: “Como as pessoas, cada tecido tem as suas próprias vantagens e limitações. Impossível mudar o caráter de um tecido. Ele pode ser cortado, rasgado, cosido para se transformar em vestidos, calças ou toalhas de mesa, mas, seja qual for o feitio que assuma, o pano continuará sempre o mesmo. A sua verdadeira natureza não se altera. Qualquer boa costureira sabe disso”. Para você, um texto literário também tem uma natureza inalterável como um tecido?
Frances - Acho que um texto pode mudar, e deve mudar.  Cada leitor vai interpretar um texto de uma maneira diferente. Assim, o texto mudará sempre.   
 
O super prestigiado Publishers Weekly elogia A costureira e o cangaceiro e ressalta o quanto o seu romance é “riquíssimo em detalhes”. Nesse sentido, o Booklist também te elogia muito. “Este impressionante romance de estreia seduz pela longa história, pela contundente constituição das personagens e pelos detalhes extraordinariamente vívidos”. De fato, Frances, o seu livro é cheio de detalhes que enriquecem a história e valorizam ainda mais identidade das suas personagens. Mas será que, numa ficção, os detalhes valorizam as personagens, ou são as personagens que valorizam os detalhes?
Frances - Creio que cada história nasce dos desejos das suas personagens.  São elas que criam o roteiro do livro, e nem sempre o escritor.  É a mesma coisa com os detalhes num livro.  Uma personagem que é arquiteto veria uma paisagem urbana de uma maneira completamente diferente que um pintor veria a mesma paisagem.  Elas valorizariam coisas diferentes, e notariam detalhes diferentes.  Sobre detalhes, a personagem é quem manda.
 
Entre outros comentários elogiosos que você vem recebendo, há um bem interessante publicado no Library Journal. “Uma saga histórica cativante... A verdadeira beleza do romance de Frances de Pontes Peebles está na relação entre Emília e Luzia, duas mulheres fortes que permanecem ligadas e dedicadas uma à outra, apesar de suas vidas tomarem rumos diversos”. Para você, o que realmente torna duas pessoas ligadas e dedicadas uma à outra?
Frances - Hoje pessoas falam muito do amor romântico.  Mas existem muitas formas de se dedicar a uma pessoa.  A amizade, o respeito e a lealdade são formas disso. 
 
Depois de se formar em Letras pela Universidade do Texas, você recebeu uma bolsa da Fundação Fulbright (www.fulbright.org.br), do governo dos Estados Unidos, para pesquisar o cangaço e escrever o seu romance. Você também já contou que o seu fascínio pelo universo do cangaço vem da infância e que, para escrever o livro, fez uma pesquisa de quatro anos e meio, incluindo entrevistas com moradores de Taquaritinga, que eram jovens na época do fim do cangaço. Segundo você, os relatos dessas pessoas forneceram o tom de veracidade necessário ao romance. Em que aspectos o tom de veracidade é fundamental para um romance?
Frances - Acho que todo romance tem que ter veracidade emocional. Temos que acreditar nos motivos das personagens. 
 
Gostaria que você falasse um pouco sobre o cotidiano e o trabalho na fazenda, onde você, o seu marido, a sua irmã e o seu cunhado tocam os negócios, coordenando 17 empregados e cuidando das atividades, entre elas a coleta de mel de colmeias, a criação de porcos e de cabras, e o café. O que é mais irresistível nesse cotidiano, no agreste de Pernambuco?
Frances - Cuidar de uma fazenda não é fácil. Acho que é até uma forma de lutar contra entropia.  Mas o irresistível é o contato com a natureza.  Quando planto uma semente de alface e, cinco semanas depois posso comer dessa planta que eu (de uma pequena forma) ajudei a viver, é maravilhoso. 
 
Saímos da fazenda para entrarmos de novo numa questão do seu romance. Você de novo: “Algumas personagens do livro têm coragem para mudar as suas próprias histórias, os seus próprios destinos. Outras não conseguem fazer isso”. Além de coragem, o que é realmente preciso para alguém mudar o seu próprio destino?
Frances - Acho que tem que ter disciplina.  Mudança verdadeira não vem de repente.  Ela vem com tempo e com trabalho. O que vale nessa vida não é que nos fazemos de vez em quando, mas o que fazemos todo santo dia. Coragem sem disciplina, sem perseverança, vira caos. 
 
Na sua história, a personagem tia Sofia gostava de repetir que uma boa costureira tem de ser corajosa. Para você, o que é coragem?
Frances - Para mim, ser corajosa é entender o que eu realmente quero fazer nessa vida - não o que outros querem que eu faça -, e tentar fazer aquilo com dedicação e amor.  
 
De onde você acha que vem a coragem da gente?
Frances - Sei lá!  Acho que a coragem vem do fato de que temos pouco tempo nesse lindo mundo.  Viver sem coragem é perder tempo.  E coragem não é viver de uma forma radical.  Às vezes a coisa mais corajosa que podemos fazer é sair da cama todo dia e enfrentar o cotidiano. 
 
Mais um trecho desse seu livro primoroso: “Luzia era ótima para tirar as medidas das pessoas. Sabia exatamente em que ponto passar a fita em torno de braços ou cinturas para conseguir as dimensões mais acuradas. Mas a sua habilidade não dependia de exatidão; Luzia era capaz de ver para além dos números. Sabia que estes podem mentir. Tia Sofia tinha lhes ensinado que o corpo humano não tem linhas retas. A fita métrica podia errar no traçado de costas encurvadas, no arco de um ombro, na curva de uma cintura, na dobra de um cotovelo. Luzia e Emília aprenderam a desconfiar da fita métrica”. Para você, de alguma forma, escrever é tirar as medidas das pessoas?
Frances - Um dos meus professores falava que para ser um escritor a gente tem que amar a humanidade.  Isso não quer dizer que um escritor não possa criticar as pessoas ou a sociedade.  Mas, no fundo, um escritor não pode ser misantrópico, porque passamos nossas vidas tentando homenagear e entender o ser humano. Então, para mim, escrever não é tirar medidas das pessoas, mas entendê-las. 
 
Cheia de entendimentos humanos, você escreve: “Foi assim que as duas aprenderam a ver onde era preciso ajustar ou afrouxar, aumentar ou diminuir antes mesmo de esticar a fita métrica. A costura era uma linguagem, dizia a tia. A linguagem das formas. Uma boa costureira era capaz de visualizar uma roupa vestindo um corpo e ver essa mesma roupa estirada na mesa de cortar, separada em vários pedaços soltos. Era raro uma se parecer com a outra. Esticados ali, os pedaços de uma roupa eram formas aleatórias separadas em duas metades. Cada uma delas tinha o seu oposto, a sua imagem espelhada”. Antes de escrever, você costuma ver a sua história estirada na tela do computador, separada em vários pedaços soltos, ou vai moldando a sua inspiração ao longo da criação?
Frances - Depende da história que estou contando.  Tem histórias que vem em pedaços, e eu preciso achar um maneira de conectar esse fragmentos em uma história linear. Tem outras histórias que são naturalmente mais cronológicas.   
 
O que mais te apaixona na literatura?
Frances - Adoro quando a literatura me transporta.  Quando ela me deixa viver outras vidas, ver outros países, entender outros tempos.  A literatura me ensina mais de que qualquer livro de psicologia ou auto-ajuda.  Para mim, literatura é a melhor maneira de entender o mundo e as pessoas. 


  • 12 DE MARÇO DE 2015
  • 22 DE AGOSTO DE 2012

    Na estrada com Dodô Azevedo

    Autor lança Fé na estrada, pela Casa da Palavra, fala sobre a importância do olhar em nosso cotidiano e analisa o desafio de mostrar as tripas por meio da arte. "A estrada te tira qualquer traço de arrogância, e isso é o que ela tem de mais irresistível".

  • 07 DE AGOSTO DE 2012

    Sylvia Orthof para sempre

    Autora diz que Cinderela se casou por dinheiro e revela qual é o grande encanto dos sapos

  • 12 DE JULHO DE 2012

    ONDJAKI

    Com poesia e sensibilidade de iluminar sentimentos, o angolano Ondjaki entra nas texturas da infância e fala sobre o seu novo livro.

  • 26 DE JANEIRO DE 2012

    Fugu - Histórias de amor e sexo

    Em Duas bocas, romance erótico publicado pela Nova Fronteira, Fugu conta a história de um casal apaixonado por receitas afrodisíacas. Leia aqui nossa entrevista com ela.

  • 27 DE OUTUBRO DE 2011

    Adriana Lisboa - Com leveza e profundidade

    Recém chegada do Festival de Literatura de Buenos Aires – FILBA, Adriana Lisboa fala sobre seus belos livros, comenta a arte da simplicidade para emocionar leitores e revela o que é, para ela, um dia cheio de poesia.


Sobre a Agência Riff
imagem

Inaugurada em 1991, a Riff representa grandes nomes da literatura brasileira e as principais editoras e agências literárias estrangeiras no Brasil e em Portugal. Saiba mais.




2011 Agência Riff todos os direitos reservados - agenciariff@agenciariff.com.br Guilhotina Design